AAA: Seguimento Pós-Operatório, Infecção de Prótese e Endoleaks após EVAR
Seguimento pós-EVAR: angioTC 30 dias obrigatória (I); sem endoleak → 12 meses (I); tipo II na angioTC de 30 dias → repetir em 6 meses (IIb); após 12 meses limpo → até 5 anos (IIb). Pós-RA: angioTC a cada 5 anos (IIb). Endoleak tipo I e III: reintervenção imediata (I). Tipo II: reintervenção se crescimento >1 cm (IIa). SBACV 2023.
Escrito e revisado por Dr. Maurício Hiroshi Yamada — Cirurgião Vascular e Endovascular | CRM-PR 21589 | RQE 18281 · 18282 · 18294 · 18295
Resposta direta: Pós-EVAR: angioTC 30 dias (I) → sem endoleak → 12 meses (I) → 12 meses limpo → até 5 anos (IIb). Tipo II em 30 dias → repetir em 6 meses (IIb). Pós-RA: angioTC cada 5 anos (IIb). Endoleak tipo I e III: reintervenção IMEDIATA (I) — emergência vascular. Tipo II: observar → reintervenção se crescimento >1 cm (IIa). Preservar ≥1 hipogástrica (I).
Mais de 60% dos pacientes submetidos a EVAR não cumprem o seguimento planejado — e é o seguimento rigoroso que diferencia o sucesso do insucesso a longo prazo. Saber quando reimagiar e quando reintervir é tão crítico quanto a técnica cirúrgica.

Protocolo de Seguimento Pós-EVAR (Tabela 10)
AngioTC 30 dias após EVAR
OBRIGATÓRIA — grau ISem endoleak ou crescimento do saco → AngioTC 12 meses
Grau IEndoleak tipo II na angioTC de 30 dias → repetir em 6 meses
Grau IIbApós 12 meses sem endoleak e sem aumento → até 5 anos
Grau IIbPós-RA: angioTC da aorta e ilíacas a cada 5 anos
Grau IIbClassificação e Manejo dos Endoleaks (Tabela 11)
| Tipo | Origem | Risco | Conduta | Grau |
|---|---|---|---|---|
| Tipo I | Selamento proximal (Ia) ou distal (Ib) | ALTO — ruptura imediata | Reintervenção IMEDIATA preferencialmente endovascular | I |
| Tipo II | AIM e artérias lombares (colaterais) | Moderado — maioria resolve | Reintervenção se crescimento >1 cm (IIa/IIb) | IIa |
| Tipo III | Falha estrutural da prótese (desconexão ou defeito) | ALTO — ruptura iminente | Reintervenção endovascular (IIa) | IIa |
| Tipo IV | Porosidade do tecido | Muito baixo | Autolimitado — sem reintervenção | — |
| Tipo V / Endotensão | Crescimento sem endoleak identificável | Variável | Avaliação adicional ou explante (IIa) | IIa |
🚨 Endoleak tipo I e III = emergências vasculares
Pressurizam diretamente o saco aneurismático com pressão sistêmica. Reintervenção precoce, preferencialmente endovascular (I). Conversão para RA se endovascular não viável.
Olá! Vi o artigo sobre seguimento após EVAR e endoleaks (SBACV 2023) e gostaria de agendar uma avaliação vascular especializada.
Dr. Maurício Yamada — Cirurgião Vascular e Endovascular em MaringáCRM-PR 21589 · Atendimento com hora marcada
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Perguntas Frequentes
Qual é o protocolo de seguimento após EVAR para AAA?
Como tratar o endoleak tipo II (de colaterais)?
Por que o endoleak tipo I é considerado emergência vascular?
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