Dr. Mauricio Hiroshi Yamada

Excelência Técnica e Formação Sólida

Dr. Mauricio Hiroshi Yamada é referência em Cirurgia Vascular e Endovascular. Formado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), consolidou sua especialização nos maiores centros médicos de São Paulo, incluindo o Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE).

Residência em Cirurgia Vascular (IAMSPE-SP)

Título de Especialista (SBACV)

Certificação em Doppler Vascular (CBR)

Cirurgia Endovascular (CBR)

Maringá Vasculares
SBACV 2023 — W4

AAA: Cirurgia Aberta, EVAR Infrarrenal e Tratamento do Aneurisma Justarrenal

Cirurgia aberta: preservar ≥1 ilíaca interna (I); retroperitoneal em rim ferradura/inflamatório/abdome hostil (IIa). EVAR: preferencial com anatomia favorável (IIa); IFUs mandatórias — 42% fora dos critérios conservadores com mais complicações. RA: jovens/baixo risco (IIa). Justarrenal: RA >5,5 cm jovens (I); FEVAR/REVAR alto risco (IIa). SBACV 2023.

Dr. Maurício Hiroshi Yamada — Cirurgião Vascular em Maringá

Escrito e revisado por Dr. Maurício Hiroshi Yamada — Cirurgião Vascular e Endovascular | CRM-PR 21589 | RQE 18281 · 18282 · 18294 · 18295

📅 23 de junho de 202610 min de leitura

Resposta direta: EVAR: preferencial com anatomia favorável e equipe treinada (IIa). RA: jovens/baixo risco (IIa). Preservar ≥1 ilíaca interna — obrigatório (I). IFUs mandatórias no EVAR. Acesso percutâneo guiado por US (IIb). Justarrenal: jovens bom risco → RA >5,5 cm em centros com mortalidade <5% (I/IIb); alto risco → FEVAR/REVAR (IIa); frágeis → considerar não tratar (IIa).

O EVAR responde por mais de 70% dos reparos eletivos na Europa — mas o reparo aberto permanece fundamental, especialmente em pacientes jovens. E o aneurisma justarrenal exige um patamar técnico ainda maior em ambas as abordagens.

Infográfico SBACV 2023 — AAA: Cirurgia Aberta, EVAR Infrarrenal e Justarrenal

Cirurgia Aberta (RA) — Aspectos Técnicos (Tabela 6)

Preservar ao menos 1 artéria ilíaca interna — tanto no RA quanto no EVAR (I)

Risco de isquemia cólica aumenta 8× quando ambas as hipogástricas são excluídas. Previne isquemia pélvica, glútea e disfunção erétil.

Decisão técnicaIndicaçãoGrau
Incisão transversaDPOC — menor restrição respiratóriaIIb
Incisão retroperitonealRim em ferradura / aneurisma inflamatório / abdome hostilIIa
Reimplante da AIMCoto reverso <50 mmHg ou risco de isquemia cólica

EVAR Infrarrenal (Tabela 8)

EVAR — Quando preferir (IIa)

  • • Equipe treinada + anatomia favorável
  • • Menor mortalidade perioperatória vs RA
  • • IFUs mandatórias — 42% fora dos critérios com mais complicações
  • • Acesso percutâneo guiado por US: reduz tempo, sangramento e dor (IIb)

RA — Quando preferir (IIa)

  • • Pacientes jovens + baixo risco clínico-cirúrgico
  • • Melhor durabilidade a longo prazo
  • • Menor taxa de reintervenções tardias
  • • Anatomia desfavorável para EVAR

Aneurisma Justarrenal — Fluxograma de Decisão (Tabelas 7+9)

Jovens + bom risco clínico (I/IIb)

RA a partir de 5,5 cm em centros com mortalidade <5% para justarrenais.

Moderado/alto risco ou sintomáticos (IIa)

Endovascular com FEVAR, REVAR ou stents em paralelo. FEVAR: mortalidade 4,1%, patência de ramos >95% em 1 ano.

Frágeis / altíssimo risco (IIa)

Considerar não tratar — decisão compartilhada com o paciente e família.

PMEGs (próteses modificadas pelo cirurgião): mortalidade 5,5% vs. 0% das próteses customizadas industriais em eletivo — reservar para urgências onde não há CMD disponível.

Olá! Vi o artigo sobre EVAR e cirurgia aberta para aneurisma de aorta (SBACV 2023) e gostaria de agendar uma avaliação vascular especializada.

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Perguntas Frequentes

EVAR ou cirurgia aberta — qual a recomendação da SBACV 2023?
A SBACV 2023 recomenda: EVAR como tratamento preferencial com equipe treinada e anatomia favorável (IIa) — associado a menor mortalidade perioperatória e menor morbidade imediata nos estudos randomizados EVAR 1, DREAM e OVER; RA (reparo aberto) para pacientes jovens com baixo risco clínico-cirúrgico (IIa) — melhor durabilidade a longo prazo com menor taxa de reintervenções. EVAR tem maior taxa de reintervenções tardias. A decisão deve ser individualizada com base na anatomia, risco clínico, expectativa de vida e preferência do paciente. IFUs das endopróteses são mandatórias.
Qual a importância de preservar a artéria ilíaca interna no reparo do AAA?
Preservar ao menos 1 artéria ilíaca interna (hipogástrica) é uma recomendação de grau I — tanto no reparo aberto quanto no EVAR. O risco de isquemia do cólon aumenta 8× quando ambas as ilíacas internas são excluídas. A exclusão bilateral causa isquemia pélvica, glútea e intestinal, além de disfunção erétil. Quando há acometimento da bifurcação ilíaca, está indicada extensão da endoprótese para uma ilíaca com exclusão cuidadosa da hipogástrica, preservando a contralateral.
Como tratar o aneurisma justarrenal — cirurgia aberta ou endovascular?
O AAA justarrenal (sem colo infrarrenal adequado, sem comprometer as artérias renais) representa ≈15% dos AAAs e exige nível técnico superior. A SBACV 2023 recomenda: jovens + bom risco clínico → RA em centros com mortalidade <5% para justarrenais, a partir de 5,5 cm (I/IIb); moderado/alto risco ou sintomáticos → tratamento endovascular com FEVAR, REVAR ou stents em paralelo (IIa); frágeis/altíssimo risco → considerar não tratar em decisão compartilhada (IIa). FEVAR tem mortalidade de 4,1% e patência de ramos >95% em 1 ano.

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Artigo escrito e validado pelo Dr. Maurício Hiroshi Yamada (CRM-PR 21589 | RQE: 18282). Cirurgião Vascular formado pela UEL, com residência no HSPE/SP e título de especialista pela SBACV. É referência em tratamentos minimamente invasivos (Laser, Radiofrequência e Espuma) na clínica Maringá Vasculares, no Paraná.
⚕️ Aviso médico: O conteúdo desta página tem finalidade exclusivamente educativa e informativa. Não substitui a consulta, o diagnóstico ou o tratamento por um médico especialista. Em caso de sintomas ou dúvidas, procure um profissional de saúde habilitado. Dr. Maurício Hiroshi Yamada — CRM-PR 21589.

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