Dr. Mauricio Hiroshi Yamada

Excelência Técnica e Formação Sólida

Dr. Mauricio Hiroshi Yamada é referência em Cirurgia Vascular e Endovascular. Formado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), consolidou sua especialização nos maiores centros médicos de São Paulo, incluindo o Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE).

Residência em Cirurgia Vascular (IAMSPE-SP)

Título de Especialista (SBACV)

Certificação em Doppler Vascular (CBR)

Cirurgia Endovascular (CBR)

Maringá Vasculares
Diabetes e Vascular

Pé Diabético: O Guia Essencial

Entenda as causas, os tipos de lesão e a rotina diária de cuidados que pode salvar seus membros.

O pé diabético é uma complicação séria do Diabetes Mellitus. Entender suas causas e adotar uma prevenção rigorosa é fundamental para evitar consequências graves, como amputações.

1. O que causa o problema?

O excesso de açúcar no sangue (hiperglicemia) age como um vilão silencioso, atacando duas frentes principais:

  • Neuropatia (Nervos): Destrói os nervos, causando perda de sensibilidade. Você pode machucar o pé e não sentir.
  • Isquemia (Circulação): Entope os microvasos, impedindo que o sangue leve oxigênio e antibióticos para curar feridas.
Anatomia do Pé Diabético: Nervos e Circulação

2. Os 3 Tipos de Pé Diabético

Nem todo pé diabético é igual. Identificar o tipo ajuda no tratamento correto.

Tipos: Neuropático, Isquêmico e Infeccioso

Neuropático

Perda de sensibilidade, formigamento, deformidades (dedos em garra) e úlceras na planta do pé.

Isquêmico

Pé frio e pálido, dor na panturrilha ao caminhar (claudicação) e úlceras nas pontas dos dedos.

Infeccioso

Vermelhidão, calor, pus e risco de gangrena gasosa. É uma emergência médica!

A Realidade da Amputação

A principal complicação é a amputação (menor, como dedos, ou maior, como perna). A maioria começa com um pequeno ferimento não tratado que infecciona. A prevenção é a única vacina.

3. Rotina de Ouro: Como Prevenir?

Adotar uma rotina diária é a ferramenta mais poderosa.

Inspeção Diária dos Pés

Checklist Diário do Paciente:

  • Inspeção Visual: Use um espelho para olhar a sola dos pés todos os dias. Procure cortes, bolhas ou micoses.
  • Hidratação Correta: Passe creme no pé, mas NUNCA entre os dedos (para evitar frieiras).
  • Secagem: Seque muito bem entre os dedos após o banho.
  • Calçados: Use sapatos confortáveis, sem costura interna. Evite chinelos de dedo que causam atrito.
  • Unhas: Corte com podólogo ou de forma reta. Nunca cutuque os cantos.

Resumo Visual

Infográfico Resumo Pé Diabético

Perguntas Frequentes

Quais os primeiros sinais do pé diabético?
Os primeiros sinais são perda de sensibilidade nos pés (não sentir dor, calor ou frio), formigamento constante, pele seca e rachada, mudança de cor nos pés e feridas que demoram a cicatrizar. Qualquer destes sinais exige avaliação médica.
Todo diabético vai ter problemas nos pés?
Não necessariamente. O risco aumenta com diabetes mal controlado, glicemia alta por muitos anos, tabagismo e falta de cuidados preventivos. Com controle glicêmico adequado e exames regulares, muitas complicações podem ser evitadas.
Com que frequência devo examinar meus pés?
Autoexame diário em casa: observe rachaduras, bolhas, mudanças de cor e temperatura. Exame profissional com cirurgião vascular: pelo menos 1 vez ao ano, ou a cada 3-6 meses se já tiver neuropatia ou doença arterial.
Qual médico cuida do pé diabético?
O cirurgião vascular é o especialista principal no cuidado do pé diabético, especialmente para avaliar a circulação arterial e tratar feridas. O tratamento ideal é multidisciplinar: endocrinologista, ortopedista e enfermagem especializada.

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