Dr. Mauricio Hiroshi Yamada

Excelência Técnica e Formação Sólida

Dr. Mauricio Hiroshi Yamada é referência em Cirurgia Vascular e Endovascular. Formado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), consolidou sua especialização nos maiores centros médicos de São Paulo, incluindo o Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE).

Residência em Cirurgia Vascular (IAMSPE-SP)

Título de Especialista (SBACV)

Certificação em Doppler Vascular (CBR)

Cirurgia Endovascular (CBR)

Maringá Vasculares
ESVS 2026 — D7

Aneurismas Rotos da Aorta Torácica Descendente e Toracoabdominal

ESVS 2026 Recs 80–87: hipotensão permissiva PAS 50–80mmHg (IIa/C). TEVAR para DTAA rota: 1ª escolha (I/C), mortalidade 10–25% vs. OSR 30–45%. Oversizing aumentado na emergência (IIa/C). FBEVAR/PMEGs/fenestração in situ para TAAA rota (IIa/C), mortalidade ≈24%. OSR: somente quando endovascular não factível (IIb/C). NÃO operar: comorbidades graves + expectativa de vida <2-3 anos + recusa após SDM (IIIb/C — nova rec).

Dr. Maurício Hiroshi Yamada — Cirurgião Vascular em Maringá

Escrito e revisado por Dr. Maurício Hiroshi Yamada — Cirurgião Vascular e Endovascular | CRM-PR 21589 | RQE 18281 · 18282 · 18294 · 18295

📅 21 de junho de 202610 min de leitura

Resposta direta: 50% morrem antes de chegar ao hospital. DTAA rota: TEVAR 1ª escolha (I/C), mortalidade 10–25% vs. OSR 30–45%. Hipotensão permissiva PAS 50–80mmHg. TAAA rota: FBEVAR/PMEGs (IIa/C), mortalidade ≈24%. Oversizing aumentado na emergência (imagens com hipotensão). Nova rec: NÃO operar em pacientes inelegíveis com expectativa de vida <2–3 anos após SDM (IIIb/C).

50% dos pacientes com DTAA rota morrem antes de chegar ao hospital. Entre os que chegam: sem tratamento, mortalidade é próxima de 100%. O protocolo institucional e a disponibilidade de TEVAR urgente 24/7 definem o desfecho.

Manejo Inicial

Hipotensão permissiva: PAS 50–80 mmHg até controle aórtico (IIa/C)

  • Instável extremo: sala cirúrgica sem TC
  • Estável: CTA emergência para planejamento endovascular
  • Acesso venoso central + linha arterial imediatamente

Resultados por Técnica

TécnicaMortalidadeRecomendação
TEVAR — DTAA rota10–25%I/C — 1ª escolha
FBEVAR/PMEGs — TAAA rota≈24%IIa/C
OSR — DTAA rota30–45%IIb/C — quando endovascular não factível

Oversizing aumentado na emergência (IIa/C)

Imagens obtidas com hipotensão subvalorizam o diâmetro aórtico — oversizing maior previne endoleak tipo 1A.

Drenagem de hemotórax pós-TEVAR: aguardar estabilidade (IIa/C) | VATS para hemotórax organizado (IIa/C)

⛔ NÃO operar (IIIb/C — nova rec): comorbidades graves + expectativa de vida <2–3 anos + recusa após decisão compartilhada

Referência

Wanhainen A et al. ESVS 2026 Guidelines on DTA/TAAA. Eur J Vasc Endovasc Surg. 2026;71:172–270.

Emergência de aorta torácica — preciso de consulta urgente com cirurgião vascular

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Perguntas Frequentes

Quais são os resultados do TEVAR na DTAA rota comparados à cirurgia aberta?
A mortalidade hospitalar com TEVAR para DTAA rota é de 10–25%, comparada a 30–45% com OSR. Essa diferença reflete o menor trauma da abordagem endovascular em pacientes já instáveis. A ESVS 2026 (Rec 81, I/C) recomenda o TEVAR como tratamento de escolha. O oversizing deve ser aumentado quando as imagens foram obtidas com hipotensão (IIa/C), pois o diâmetro aórtico subvalorizado na hipotensão pode resultar em endoleak tipo 1A.
Quando não operar um aneurisma roto de aorta?
A ESVS 2026 (Rec 86, IIIb/C) introduz uma recomendação nova e importante: NÃO operar quando há comorbidades graves + expectativa de vida <2–3 anos + recusa do paciente após decisão compartilhada. Essa recomendação sinaliza a maturidade da especialidade — nem todo paciente com ruptura deve ser submetido a cirurgia de emergência de alta mortalidade. Cuidado paliativo e discussão com família são parte integrante do manejo.

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Este conteúdo é voltado para profissionais de saúde. Para encaminhamento de paciente, segunda opinião ou discussão de conduta com o Dr. Maurício, entre em contato direto pelo WhatsApp.

Artigo escrito e validado pelo Dr. Maurício Hiroshi Yamada (CRM-PR 21589 | RQE: 18282). Cirurgião Vascular formado pela UEL, com residência no HSPE/SP e título de especialista pela SBACV. É referência em tratamentos minimamente invasivos (Laser, Radiofrequência e Espuma) na clínica Maringá Vasculares, no Paraná.
⚕️ Aviso médico: O conteúdo desta página tem finalidade exclusivamente educativa e informativa. Não substitui a consulta, o diagnóstico ou o tratamento por um médico especialista. Em caso de sintomas ou dúvidas, procure um profissional de saúde habilitado. Dr. Maurício Hiroshi Yamada — CRM-PR 21589.

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