Dr. Mauricio Hiroshi Yamada

Excelência Técnica e Formação Sólida

Dr. Mauricio Hiroshi Yamada é referência em Cirurgia Vascular e Endovascular. Formado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), consolidou sua especialização nos maiores centros médicos de São Paulo, incluindo o Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE).

Residência em Cirurgia Vascular (IAMSPE-SP)

Título de Especialista (SBACV)

Certificação em Doppler Vascular (CBR)

Cirurgia Endovascular (CBR)

Maringá Vasculares
ESVS 2026 — D8

Trauma Aórtico Torácico Contuso (BTAI): Classificação ESVS e Protocolo de Tratamento

ESVS 2026 Recs 88–97: Classificação ESVS 3 graus. Grau 1: não-operatório + anti-impulse (I/C). Grau 2 sem alto risco: TEVAR diferido >24h (IIa/C). Grau 2 alto risco (pseudoaneurisma ≥2cm, progressão): TEVAR urgente <24h (I/C). Grau 3 (extravasamento): TEVAR imediato (I/C). Heparinização individualizada (IIa/C). Seguimento: CTA 1 mês + 1 ano → anual 5 anos → 5-10 anos. MRA preferida no longo prazo (IIa/C).

Dr. Maurício Hiroshi Yamada — Cirurgião Vascular em Maringá

Escrito e revisado por Dr. Maurício Hiroshi Yamada — Cirurgião Vascular e Endovascular | CRM-PR 21589 | RQE 18281 · 18282 · 18294 · 18295

📅 21 de junho de 202610 min de leitura

Resposta direta: BTAI: segunda causa de morte no trauma fechado; 85% morrem antes de chegar ao hospital. Classificação ESVS: Grau 1 (intimal) → não-operatório; Grau 2 (pseudoaneurisma) → TEVAR diferido ou urgente <24h se alto risco; Grau 3 (ruptura livre) → TEVAR imediato. Heparinização individualizada (TCE, lesões associadas). Seguimento longo prazo: MRA preferida para minimizar radiação em jovens.

O BTAI é a segunda causa mais comum de morte em trauma fechado, depois do TCE. 85% morrem antes de chegar ao hospital. A classificação ESVS 2026 harmoniza o protocolo de tratamento e reduz a variabilidade entre centros.

Classificação ESVS do BTAI e Protocolo de Tratamento

GrauDefiniçãoTratamentoClasse/Nível
Grau 1Lesão intimal — irregularidade/flap; contorno externo normalNÃO-OPERATÓRIO + anti-impulseI/C
Grau 2 sem alto riscoPseudoaneurisma contido pelo adventícioTEVAR DIFERIDO >24hIIa/C
Grau 2 com alto risco*Pseudoaneurisma ≥2 cm OU progressão OU sintomasTEVAR URGENTE <24hI/C
Grau 3Ruptura livre — extravasamento de contrasteTEVAR IMEDIATO (emergência)I/C

Anti-impulse Therapy nos Não-Operatórios

Alvo: PAS <100–120 mmHg + FC <60 bpm — manter até remodelamento documentado (I/C)

Exceção Grau 1 com TBI: TEVAR pode ser considerado para permitir PA mais elevada (IIb/C).

Protocolo de Seguimento — Rec 97 (I/C)

MomentoExame
1 mêsCTA
1 anoCTA
Anualmente por 5 anosCTA ou MRA
A cada 5–10 anosMRA preferida (IIa/C) — reduz radiação em jovens

Referência

Wanhainen A et al. ESVS 2026 Guidelines on DTA/TAAA. Eur J Vasc Endovasc Surg. 2026;71:172–270.

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Perguntas Frequentes

Como a classificação ESVS do BTAI difere da antiga classificação de Denver?
A classificação ESVS simplifica para 3 graus com implicação terapêutica direta: Grau 1 (lesão intimal — sem alteração do contorno externo), Grau 2 (pseudoaneurisma — contido pelo adventício) e Grau 3 (ruptura livre — extravasamento de contraste). A antiga classificação de Denver usava 4 tipos com menor correlação clínica. A ESVS harmoniza a classificação com o protocolo de tratamento, reduzindo variabilidade entre centros.
Por que aguardar >24h (TEVAR diferido) no Grau 2 sem alto risco?
Estudos observacionais mostram que TEVAR diferido (>24h) para BTAI Grau 2 sem características de alto risco está associado a menor mortalidade hospitalar vs. TEVAR urgente (5,8% vs. 16,5%, p=0,034, estudo AAST). O aguardo de 24h permite: estabilização hemodinâmica, avaliação e tratamento de lesões associadas (TCE, lesões abdominais, fraturas), e escolha do dispositivo endovascular mais adequado. TEVAR urgente (<24h) é reservado para Grau 2 com características de alto risco: pseudoaneurisma ≥2 cm, progressão em imagem seriada ou sintomas.

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Artigo escrito e validado pelo Dr. Maurício Hiroshi Yamada (CRM-PR 21589 | RQE: 18282). Cirurgião Vascular formado pela UEL, com residência no HSPE/SP e título de especialista pela SBACV. É referência em tratamentos minimamente invasivos (Laser, Radiofrequência e Espuma) na clínica Maringá Vasculares, no Paraná.
⚕️ Aviso médico: O conteúdo desta página tem finalidade exclusivamente educativa e informativa. Não substitui a consulta, o diagnóstico ou o tratamento por um médico especialista. Em caso de sintomas ou dúvidas, procure um profissional de saúde habilitado. Dr. Maurício Hiroshi Yamada — CRM-PR 21589.

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