Dr. Mauricio Hiroshi Yamada

Excelência Técnica e Formação Sólida

Dr. Mauricio Hiroshi Yamada é referência em Cirurgia Vascular e Endovascular. Formado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), consolidou sua especialização nos maiores centros médicos de São Paulo, incluindo o Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE).

Residência em Cirurgia Vascular (IAMSPE-SP)

Título de Especialista (SBACV)

Certificação em Doppler Vascular (CBR)

Cirurgia Endovascular (CBR)

Maringá Vasculares
ESVS 2026 — D1

Padrões de Serviço, Imagem e Avaliação de Risco na DTA/TAAA

ESVS 2026 Recs 1–19: redes hub-and-spoke (I/C), volume mínimo ≥20 reparos DTA/ano (I/C), fast track eletivo ≤8 semanas (I/C), registros de qualidade obrigatórios (I/C). Imagem: angioTC multifásica padrão-ouro (I/C), RM em jovens (IIa/C), PET/CT para aortite (IIa/C), fusão intraoperatória (IIa/C). Risco: fragilidade obrigatória (IIa/C), decisão compartilhada (I/C). NÃO operar paciente inelegível após SDM (IIIb/C).

Dr. Maurício Hiroshi Yamada — Cirurgião Vascular em Maringá

Escrito e revisado por Dr. Maurício Hiroshi Yamada — Cirurgião Vascular e Endovascular | CRM-PR 21589 | RQE 18281 · 18282 · 18294 · 18295

📅 21 de junho de 202610 min de leitura

Resposta direta: ESVS 2026 DTA/TAAA: 129 recomendações, 83 novas. Redes hub-and-spoke, volume ≥20/ano, fast track ≤8 semanas. AngioTC multifásica (dos supra-aórticos às femorais): padrão-ouro. RM para jovens; PET/CT para aortite. Fragilidade: avaliação obrigatória. Decisão compartilhada: documentada. NÃO operar quando inelegível ou recusa após SDM.

A diretriz ESVS 2026 para doenças da aorta torácica descendente e toracoabdominal (DTA/TAAA) traz 129 recomendações — 83 inteiramente novas. O primeiro bloco (Recs 1–19) define os alicerces organizacionais: como os serviços devem se estruturar, como imagear corretamente e como avaliar o risco antes de qualquer intervenção.

Padrões de Serviço — Recs 1–7

RecomendaçãoClasse/Nível
Redes de referência organizadas — modelo hub-and-spokeI/C
DTA aguda: transferência rápida para centro especializadoIIa/C
Volume mínimo: ≥20 reparos DTA/anoI/C
Fast track eletivo: ≤8 semanas para casos que atingem critério de tamanhoI/C
Registros prospectivos de qualidade: obrigatórioI/C

Imagem — Recs 8–13

ModalidadeIndicaçãoClasse/Nível
AngioTC multifásica de corte finoDiagnóstico, vigilância, planejamento e seguimento. Cobertura: vasos supra-aórticos → femorais comunsI/C
RM / AngioRMAlternativa para reduzir radiação — especialmente em jovensIIa/C
PET/CT com 18F-FDGAvaliação de aortite infecciosa e não infecciosaIIa/C
Fusão de imagem intraoperatóriaReduz contraste, fluoroscopia e tempo de procedimentoIIa/C
ETE intraoperatórioAdjunto em cirurgia aberta e endovascularIIb/C
IVUS intraoperatórioAdjunto para guiar TEVARIIb/C

Avaliação de Risco — Recs 14–19

Avaliação cardíaca, pulmonar e renal: obrigatória antes de qualquer reparo eletivo (I/C)

Fragilidade formal (mFI-11, DASI, NT-proBNP): candidatos eletivos (IIa/C)

Otimização de risco cardiovascular + cessação tabágica: antes do reparo eletivo (I/C)

Decisão compartilhada: discutir todas as opções (clínico, TEVAR, OSR) + riscos curto e longo prazo, documentar (I/C)

⛔ NÃO operar paciente não elegível ou que recuse após decisão compartilhada (IIIb/C)

Referência

Wanhainen A et al. ESVS 2026 Clinical Practice Guidelines on the Management of Descending Thoracic and Thoraco-Abdominal Aortic Diseases. Eur J Vasc Endovasc Surg. 2026;71:172–270. DOI: 10.1016/j.ejvs.2025.12.050

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Perguntas Frequentes

Por que a ESVS 2026 recomenda centralização em redes hub-and-spoke para doenças da aorta torácica?
A complexidade do tratamento da DTA e TAAA — especialmente com TEVAR e FBEVAR — exige infraestrutura de sala híbrida, expertise multidisciplinar 24/7 e volume mínimo para manter resultados. A ESVS 2026 (Rec 1, I/C) recomenda redes organizadas onde centros de referência ("hubs") recebem casos complexos de centros menores ("spokes"). Para DTA aguda, a transferência rápida para o hub é recomendada (IIa/C). O volume mínimo é de ≥20 reparos de DTA/ano.
Por que a angiotomografia multifásica deve cobrir dos vasos supra-aórticos até as femorais comuns?
A ESVS 2026 (Rec 8, I/C) exige cobertura completa por duas razões: (1) planejamento do acesso vascular — avaliação das artérias iliofemorais para viabilidade do TEVAR percutâneo; (2) planejamento das zonas de ancoragem — avaliação dos vasos supra-aórticos para cobertura proximal (zonas 0–3). Imagem parcial pode resultar em planejamento inadequado, endoleak tipo 1A ou complicações de acesso não antecipadas.
O que é a avaliação de fragilidade e por que é obrigatória antes do reparo eletivo?
A fragilidade é um estado de vulnerabilidade fisiológica que prediz mortalidade e complicações pós-operatórias independentemente da idade cronológica. A ESVS 2026 (Rec 14, IIa/C) recomenda avaliação formal com mFI-11, DASI ou NT-proBNP antes de qualquer reparo eletivo. Pacientes muito frágeis podem não se beneficiar do reparo — a discussão de metas de tratamento e cuidado paliativo faz parte do processo de decisão compartilhada obrigatório (Rec 16, I/C).

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Artigo escrito e validado pelo Dr. Maurício Hiroshi Yamada (CRM-PR 21589 | RQE: 18282). Cirurgião Vascular formado pela UEL, com residência no HSPE/SP e título de especialista pela SBACV. É referência em tratamentos minimamente invasivos (Laser, Radiofrequência e Espuma) na clínica Maringá Vasculares, no Paraná.
⚕️ Aviso médico: O conteúdo desta página tem finalidade exclusivamente educativa e informativa. Não substitui a consulta, o diagnóstico ou o tratamento por um médico especialista. Em caso de sintomas ou dúvidas, procure um profissional de saúde habilitado. Dr. Maurício Hiroshi Yamada — CRM-PR 21589.

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