Dr. Mauricio Hiroshi Yamada

Excelência Técnica e Formação Sólida

Dr. Mauricio Hiroshi Yamada é referência em Cirurgia Vascular e Endovascular. Formado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), consolidou sua especialização nos maiores centros médicos de São Paulo, incluindo o Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE).

Residência em Cirurgia Vascular (IAMSPE-SP)

Título de Especialista (SBACV)

Certificação em Doppler Vascular (CBR)

Cirurgia Endovascular (CBR)

Maringá Vasculares
ESVS 2026 — D6

Aneurismas da Aorta Torácica e Toracoabdominal Eletivos: TEVAR, FBEVAR e OSR

ESVS 2026 Recs 60–79: Crawford I-IV. Indicação de reparo ≥6,0cm (IIa/C) ou ≥5,5cm selecionados (IIb/C). TEVAR: primeira linha para DTAA (I/B) — LZ ≥20mm, diâmetro ≤4,2cm nas LZs, heparina 50–100 UI/kg. FBEVAR: primeira linha para TAAA (IIa/C) — stents balloon expandable para fenestras (IIa/C), DAPT temporário pós-FBEVAR (IIb/C), preservar renais acessórias ≥4mm (IIa/C). OSR: perfusão distal obrigatória (I/C).

Dr. Maurício Hiroshi Yamada — Cirurgião Vascular em Maringá

Escrito e revisado por Dr. Maurício Hiroshi Yamada — Cirurgião Vascular e Endovascular | CRM-PR 21589 | RQE 18281 · 18282 · 18294 · 18295

📅 21 de junho de 202611 min de leitura

Resposta direta: DTAA/TAAA eletivo: reparo ≥6,0cm (IIa/C). TEVAR: primeira linha para DTAA (I/B); LZ ≥20mm, diâmetro ≤4,2cm. FBEVAR: primeira linha para TAAA (IIa/C); stents balloon expandable para fenestras; DAPT temporário; preservar renais ≥4mm. OSR: perfusão distal obrigatória (I/C — upgrade). SCI pós-FBEVAR: 13,5% transitória / 5,2% permanente. Reparo em estágios para extensão longa (IIa/C).

O paradigma endovascular-primeiro está consolidado para DTAA e TAAA eletivos — mas a técnica do FBEVAR exige expertise e planejamento que não existiam em 2017. A ESVS 2026 detalha os critérios técnicos para TEVAR, FBEVAR e OSR.

Classificação de Crawford — TAAA

TipoExtensãoRisco SCI
IDTA proximal + aorta abdominal superiorModerado
IIDTA total + aorta abdominal completaMAIS ALTO
IIIDTA distal + aorta abdominalModerado
IVAorta abdominal visceral apenasBaixo

Técnica por Abordagem

TEVAR para DTAA (Rec 64 — I/B) ← Nível B

  • LZ proximal e distal ≥20 mm | Diâmetro aórtico ≤4,2 cm nas LZs
  • Revascularização da artéria celíaca se colateral insuficiente (IIa/C)
  • Heparina 50–100 UI/kg intraoperatória (I/C) | TCA intraoperatório (IIa/C)

FBEVAR para TAAA (Rec 65 — IIa/C) ← Primeira Linha

  • Stents balloon expandable cobertos para fenestras renais (IIa/C)
  • Fenestras preferíveis a ramos para artérias renais se anatomicamente viável (IIb/C)
  • DAPT temporário pós-FBEVAR para patência dos vasos-alvo (IIb/C)
  • Preservar artérias renais acessórias ≥4 mm (IIa/C)
  • SCI pós-FBEVAR: 13,5% transitória / 5,2% permanente → reparo em estágios (IIa/C)

OSR para DTAA/TAAA (Rec 66 — IIb/C)

  • Perfusão distal obrigatória — left heart bypass (I/C — upgraded)
  • Perfusão renal com HTK (solução cristaloide fria) (IIa/C)
  • Viscoelastometria ROTEM/TEG para manejo hemostático (IIa/C)
  • Reimplante de intercostais maiores (IIa/C)

Referência

Wanhainen A et al. ESVS 2026 Guidelines on DTA/TAAA. Eur J Vasc Endovasc Surg. 2026;71:172–270.

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Perguntas Frequentes

Qual é a classificação de Crawford e como guia a escolha do tratamento?
A classificação de Crawford divide os aneurismas toracoabdominais (TAAA) em quatro tipos: Tipo I (DTA proximal + aorta abdominal superior), Tipo II (DTA total + aorta abdominal completa — maior risco de SCI), Tipo III (DTA distal + aorta abdominal), Tipo IV (somente aorta abdominal visceral). O tipo II tem o maior risco de paraplegia e mortalidade — exige maior cuidado com proteção medular e reparo em estágios.
Por que stents balloon expandable são preferidos para as fenestras renais no FBEVAR?
A ESVS 2026 (Rec 68, IIa/C) recomenda stents balloon expandable (cobertos) para as fenestras renais porque proporcionam maior precisão no posicionamento e selamento do óstio renal, além de menor risco de migração comparado aos stents autoexpansíveis. São mais rígidos e mantêm a posição anatômica precisa na fenestra — importante em artérias renais anguladas ou com calcificação peri-ostial.

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Artigo escrito e validado pelo Dr. Maurício Hiroshi Yamada (CRM-PR 21589 | RQE: 18282). Cirurgião Vascular formado pela UEL, com residência no HSPE/SP e título de especialista pela SBACV. É referência em tratamentos minimamente invasivos (Laser, Radiofrequência e Espuma) na clínica Maringá Vasculares, no Paraná.
⚕️ Aviso médico: O conteúdo desta página tem finalidade exclusivamente educativa e informativa. Não substitui a consulta, o diagnóstico ou o tratamento por um médico especialista. Em caso de sintomas ou dúvidas, procure um profissional de saúde habilitado. Dr. Maurício Hiroshi Yamada — CRM-PR 21589.

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