Dr. Mauricio Hiroshi Yamada

Excelência Técnica e Formação Sólida

Dr. Mauricio Hiroshi Yamada é referência em Cirurgia Vascular e Endovascular. Formado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), consolidou sua especialização nos maiores centros médicos de São Paulo, incluindo o Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE).

Residência em Cirurgia Vascular (IAMSPE-SP)

Título de Especialista (SBACV)

Certificação em Doppler Vascular (CBR)

Cirurgia Endovascular (CBR)

Maringá Vasculares
SVS 2026 — F2

BTAI: Lesões Mínimas Aórticas (MAI, Graus I-II) e Timing do TEVAR no Grau III

PICO 1: MAI (Graus I-II) — NOM definitivo (1C). ATF Registry: maior mortalidade aórtica com TEVAR nos MAIs. Grau I: >93% resolvem, sem CTA de rotina. Grau II: CTA em 1-3 meses. PICO 2: Grau III estável → TEVAR diferido >24h (2C); instável → urgente <24h (1B). SVS Focused Update 2026.

Dr. Maurício Hiroshi Yamada — Cirurgião Vascular em Maringá

Escrito e revisado por Dr. Maurício Hiroshi Yamada — Cirurgião Vascular e Endovascular | CRM-PR 21589 | RQE 18281 · 18282 · 18294 · 18295

📅 23 de junho de 20269 min de leitura

Resposta direta: MAI (Graus I-II): NOM definitivo (1C) — ATF Registry: maior mortalidade aórtica com TEVAR nos MAIs. Grau I: sem CTA de rotina. Grau II: CTA 1-3 meses. Grau III estável: TEVAR diferido >24h (2C) — precoce associado a maior mortalidade global. Grau III instável (BTAI como causa): TEVAR urgente <24h (1B). Alto risco: hemotórax, lactato >4, ratio >1,4.

Duas perguntas fundamentais do SVS 2026: os Graus I e II realmente não precisam de TEVAR? E quando operar o Grau III — antes ou depois de 24 horas? A evidência do ATF Registry muda o paradigma.

Infográfico SVS 2026 — BTAI: Lesões Mínimas (MAI) e Timing do TEVAR no Grau III

PICO 1 — MAI (Graus I e II): NOM Definitivo (1C)

Grau I — Lesão Intimal

  • • NOM definitivo recomendado (1C)
  • Sem imagem de seguimento de rotina (2C)
  • • >93% resolvem espontaneamente
  • • Mediana de resolução: 39 dias (Sandhu)
  • • 85% dos que pioram inicialmente ainda resolvem

Grau II — Hematoma Intramural

  • • NOM definitivo recomendado (1C)
  • CTA de seguimento em 1-3 meses (2C)
  • • 43% resolvem na primeira CTA (mediana 2 dias)
  • • 64% resolvidos na mediana de 28 dias
  • • 69% resolvidos à CTA final (mediana 261 dias)

ATF Registry 2016-2021 — Dado crítico

Sem diferença de mortalidade aórtica entre NOM e TEVAR nos MAIs. Maior mortalidade aórtica encontrada com TEVAR nos MAIs — evidência que sustenta o NOM definitivo.

PICO 2 — Timing do TEVAR no Grau III (Pseudoaneurisma)

Grau III ESTÁVEL — TEVAR Diferido >24h (2C)

  • • TEVAR precoce (<24h) associado a maior mortalidade GLOBAL em Grau III
  • • Sem diferença em mortalidade AÓRTICA entre early e late TEVAR
  • • Tempo adicional: manejo de lesões associadas ameaçadoras à vida
  • • Anti-impulse (PAS <120 mmHg) como medida estabilizadora enquanto aguarda

Grau III INSTÁVEL — TEVAR Urgente <24h (1B)

  • • Quando BTAI é a causa ESPECÍFICA da instabilidade hemodinâmica
  • • TEVAR emergente se instabilidade extrema

Características de Alto Risco no Grau III (Possível Intervenção Precoce)

  • • Hemotórax ou hematoma mediastinal
  • • Coarctação aórtica associada
  • • Razão diâmetro da lesão/diâmetro aórtico normal >1,4
  • • Lactato de admissão >4 mMol/L

Olá! Vi o artigo sobre lesões mínimas aórticas e timing do TEVAR no BTAI (SVS 2026) e gostaria de discutir um caso com cirurgião vascular.

Dr. Maurício Yamada — Cirurgião Vascular e Endovascular em MaringáCRM-PR 21589 · Atendimento com hora marcada

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Perguntas Frequentes

Por que as lesões mínimas aórticas (MAI, Graus I-II) não precisam de TEVAR?
A coorte do ATF Registry (2016-2021) demonstrou ausência de diferença na mortalidade aórtica entre NOM e TEVAR nos MAIs — e, na verdade, maior mortalidade aórtica com TEVAR nos MAIs. Para o Grau I (lesão intimal): >93% resolvem espontaneamente, com mediana de resolução de 39 dias (estudo Sandhu); 85% que apresentaram piora inicial ainda evoluíram para resolução. Para o Grau II: 43% resolvem na primeira CTA, 64% na mediana de 28 dias e 69% à CTA final. A SVS 2026 recomenda NOM definitivo para ambos os graus (1C).
Por que o TEVAR diferido (>24h) é preferível ao urgente no Grau III estável?
Análises de múltiplos estudos demonstraram que o TEVAR precoce (<24h) no Grau III estável está associado a maior mortalidade GLOBAL em comparação com o TEVAR tardio — sem diferença na mortalidade AÓRTICA específica. O tempo adicional permite: manejo de lesões associadas ameaçadoras à vida (TCE, SOI, fratura pélvica), estabilização clínica e planejamento cirúrgico adequado. A SVS 2026 sugere TEVAR diferido (>24h) para Grau III estável (2C).
Quais características de alto risco podem justificar TEVAR mais precoce no Grau III?
Mesmo no Grau III estável, algumas características de alto risco podem justificar intervenção mais precoce: (1) hemotórax ou hematoma mediastinal; (2) coarctação aórtica associada; (3) razão diâmetro da lesão/diâmetro aórtico normal >1,4; (4) lactato de admissão >4 mMol/L. O Grau III instável hemodinamicamente onde o BTAI é a causa específica da instabilidade requer TEVAR urgente (<24h) — recomendação forte 1B.

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Artigo escrito e validado pelo Dr. Maurício Hiroshi Yamada (CRM-PR 21589 | RQE: 18282). Cirurgião Vascular formado pela UEL, com residência no HSPE/SP e título de especialista pela SBACV. É referência em tratamentos minimamente invasivos (Laser, Radiofrequência e Espuma) na clínica Maringá Vasculares, no Paraná.
⚕️ Aviso médico: O conteúdo desta página tem finalidade exclusivamente educativa e informativa. Não substitui a consulta, o diagnóstico ou o tratamento por um médico especialista. Em caso de sintomas ou dúvidas, procure um profissional de saúde habilitado. Dr. Maurício Hiroshi Yamada — CRM-PR 21589.

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