Dr. Mauricio Hiroshi Yamada

Excelência Técnica e Formação Sólida

Dr. Mauricio Hiroshi Yamada é referência em Cirurgia Vascular e Endovascular. Formado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), consolidou sua especialização nos maiores centros médicos de São Paulo, incluindo o Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE).

Residência em Cirurgia Vascular (IAMSPE-SP)

Título de Especialista (SBACV)

Certificação em Doppler Vascular (CBR)

Cirurgia Endovascular (CBR)

Maringá Vasculares
SBACV 2015 — E3

Doença Carotídea: Tratamento Clínico — HAS, Dislipidemia, Tabagismo e Antiagregantes

4 pilares do tratamento clínico otimizado: controle da HAS (PA <140/90 mmHg — nível A), cessação tabágica (nível B), estatina para todos (LDL <100 mg/dL — nível B) e antiagregantes (AAS, clopidogrel ou AAS/dipiridamol — nível A). Combinação AAS+clopidogrel NÃO recomendada. Diretriz SBACV 2015.

Dr. Maurício Hiroshi Yamada — Cirurgião Vascular em Maringá

Escrito e revisado por Dr. Maurício Hiroshi Yamada — Cirurgião Vascular e Endovascular | CRM-PR 21589 | RQE 18281 · 18282 · 18294 · 18295

📅 23 de junho de 20269 min de leitura

Resposta direta: 4 pilares: (1) PA <140/90 mmHg em assintomáticos hipertensos (nível A). (2) Cessação tabágica com suporte (nível B). (3) Estatina para TODOS — LDL <100 mg/dL (nível B). (4) Antiagregantes: AAS 75-325 mg, clopidogrel 75 mg ou AAS/dipiridamol 25/200 mg — NÃO combinar AAS+clopidogrel. Antiagregantes > anticoagulantes em sintomáticos (nível B).

O tratamento clínico otimizado é a base para todos os pacientes com doença carotídea — assintomáticos, candidatos à cirurgia ou à angioplastia. A SBACV 2015 consolida 4 pilares fundamentais com evidência sólida.

Infográfico SBACV 2015 — Doença Carotídea: Tratamento Clínico — HAS, Estatina e Antiagregantes

Os 4 Pilares do Tratamento Clínico

PILAR 1

Controle da Pressão Arterial (Nível A)

  • • Meta: PA <140/90 mmHg em assintomáticos hipertensos
  • • Anti-hipertensivos reduzem progressão da aterosclerose e espessura íntima-média
  • • Em sintomáticos: sem nível definido com clareza — individualizar
  • • Lembrar: HAS tem OR de 5× maior para estenose carotídea (nível B)
PILAR 2

Cessação Tabágica e Controle Lipídico (Nível B)

  • • Cessação tabágica: aconselhar + suporte medicamentoso e psicológico
  • • Tabagismo: fator independente de progressão da aterosclerose e AVC
  • Estatina para TODOS com doença carotídea: meta LDL <100 mg/dL
  • • Triglicérides: manter <150 mg/dL; se primário → dieta + fibratos
  • • PCR: marcador complementar de risco vascular (nível B)
PILAR 3

Antiagregantes Plaquetários (Nível A)

Para todos com aterosclerose carotídea obstrutiva OU não obstrutiva: prevenção de IAM e eventos cardiovasculares.

OpçãoDoseObservação
Aspirina75-325 mg/dia1ª linha — ampla disponibilidade
Clopidogrel75 mg/diaAlternativa equivalente
AAS + Dipiridamol LP25/200 mg 2×/diaAlternativa equivalente
AAS + ClopidogrelNÃO preferível às monoterapias
PILAR 4

Antiagregação Periprocedimento (Nível A)

  • • Antes da CEA: aspirina 81-325 mg/dia (nível A)
  • • Estender indefinidamente após a cirurgia (nível A)
  • • Objetivo: reduzir AVC perioperatório e eventos cardiovasculares

⛔ Anticoagulantes: não preferíveis

Antiagregantes são preferíveis a anticoagulantes orais em sintomáticos (nível B) e assintomáticos (nível D). Anticoagular apenas por indicação cardiovascular específica (FA, prótese valvar).

Olá! Vi o artigo sobre tratamento clínico da doença carotídea (SBACV 2015) e gostaria de agendar uma consulta para avaliação do risco cardiovascular.

Dr. Maurício Yamada — Cirurgião Vascular e Endovascular em MaringáCRM-PR 21589 · Atendimento com hora marcada

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Perguntas Frequentes

Qual é a meta de pressão arterial na doença carotídea assintomática?
A Diretriz SBACV 2015 recomenda anti-hipertensivos para manter a PA <140/90 mmHg em pacientes assintomáticos hipertensos (nível A). A redução da PA demonstra redução da progressão da aterosclerose e da espessura íntima-média carotídea. Em pacientes sintomáticos, não há evidências claras sobre qual nível de PA alcançar para benefício máximo — individualizar.
Devo prescrever estatina para todos os pacientes com doença carotídea?
Sim. A SBACV 2015 recomenda estatina para TODOS os pacientes com doença carotídea (nível B), com meta de LDL <100 mg/dL. Para triglicérides: manter <150 mg/dL; se hipertrigliceridemia primária, combinar dieta + fibratos. A proteína C-reativa é um marcador complementar útil para avaliação de risco vascular (nível B). A cessação tabágica deve ser recomendada com suporte medicamentoso e psicológico (nível B).
Posso combinar AAS + clopidogrel na doença carotídea?
Não como rotina. A combinação AAS + clopidogrel NÃO é preferível às monoterapias isoladas na doença carotídea. As opções equivalentes de antiagregantes são: aspirina 75-325 mg/dia, clopidogrel 75 mg/dia, ou aspirina 25 mg + dipiridamol de liberação prolongada 200 mg (2×/dia). A seleção deve ser individualizada por perfil clínico, custo e tolerância (nível D). Antiagregantes são preferíveis a anticoagulantes orais em sintomáticos (nível B) e assintomáticos (nível D).

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Este conteúdo é voltado para profissionais de saúde. Para encaminhamento de paciente, segunda opinião ou discussão de conduta com o Dr. Maurício, entre em contato direto pelo WhatsApp.

Artigo escrito e validado pelo Dr. Maurício Hiroshi Yamada (CRM-PR 21589 | RQE: 18282). Cirurgião Vascular formado pela UEL, com residência no HSPE/SP e título de especialista pela SBACV. É referência em tratamentos minimamente invasivos (Laser, Radiofrequência e Espuma) na clínica Maringá Vasculares, no Paraná.
⚕️ Aviso médico: O conteúdo desta página tem finalidade exclusivamente educativa e informativa. Não substitui a consulta, o diagnóstico ou o tratamento por um médico especialista. Em caso de sintomas ou dúvidas, procure um profissional de saúde habilitado. Dr. Maurício Hiroshi Yamada — CRM-PR 21589.

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