Dr. Mauricio Hiroshi Yamada

Excelência Técnica e Formação Sólida

Dr. Mauricio Hiroshi Yamada é referência em Cirurgia Vascular e Endovascular. Formado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), consolidou sua especialização nos maiores centros médicos de São Paulo, incluindo o Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE).

Residência em Cirurgia Vascular (IAMSPE-SP)

Título de Especialista (SBACV)

Certificação em Doppler Vascular (CBR)

Cirurgia Endovascular (CBR)

Maringá Vasculares
SVS 2017 — T2

TAA: Diagnóstico por Imagem, Avaliação de Risco e Indicações de Reparo

Angiotomografia padrão-ouro (reconstrução 3D + centerline obrigatório), medição perpendicular ao eixo — não o corte axial máximo. Reparo eletivo: ≥5,5–6 cm (degenerativo); mulheres ≥5,0 cm; crescimento >10 mm/ano; Marfan ≥5,0 cm; Loeys-Dietz ≥4,5 cm; sintomático: qualquer diâmetro. Avaliação cardíaca, pulmonar, renal e fragilidade pré-op.

Dr. Maurício Hiroshi Yamada — Cirurgião Vascular em Maringá

Escrito e revisado por Dr. Maurício Hiroshi Yamada — Cirurgião Vascular e Endovascular | CRM-PR 21589 | RQE 18281 · 18282 · 18294 · 18295

📅 21 de junho de 202610 min de leitura

Resposta direta: Angiotomografia com reconstrução 3D e medição perpendicular ao eixo central: obrigatória (diferença de 5–10 mm vs. corte axial). Reparo eletivo: ≥5,5–6 cm degenerativo; mulheres ≥5,0 cm; crescimento >10 mm/ano; Marfan ≥5,0 cm; Loeys-Dietz ≥4,5 cm; sintomático qualquer diâmetro. Avaliação de risco: cardíaco, pulmonar, renal, fragilidade.

O diagnóstico e planejamento do TAA dependem de duas decisões críticas: como medir corretamente e quando operar. A angiotomografia é o padrão-ouro, mas a medição deve ser perpendicular ao eixo central — não o corte axial máximo. Os limiares de reparo variam por etiologia e sexo.

Modalidades de Imagem

ModalidadePapelLimitação
Angiotomografia 3DPadrão-ouro para planejamento cirúrgico e TEVARRadiação + contraste iodado
RM/AngioRMAlternativa em jovens/alérgicos ao contrasteTempo, custo, claustrofobia
US torácicaLimitada — interposição pulmonarJanela acústica ruim na aorta torácica

⚠️ Medição Obrigatória: Perpendicular ao Eixo Central

O corte axial convencional superestima o diâmetro em 5–10 mm em aortas tortuosas. A reconstrução 3D com software de centerline (3Mensio, TeraRecon) é obrigatória para planejamento do TEVAR: sizing da endoprótese, comprimento do colo, distância à subclávia.

Indicações de Reparo Eletivo

CenárioLimiar de Reparo
Degenerativo (homens)≥5,5–6,0 cm
Mulheres / baixa estatura≥5,0 cm (ou relativo ao BSA)
Crescimento rápido>10 mm/ano — independente do diâmetro
Sintomático (dor torácica/dorsal)Qualquer diâmetro — urgência
Síndrome de Marfan≥5,0 cm
Síndrome de Loeys-Dietz≥4,5 cm
Ehlers-Danlos vascular (vEDS)Evitar cirurgia aberta — TEVAR preferível

Avaliação Pré-operatória

Domínios obrigatórios

  • Cardíaco: ECG + ecocardiograma; pesquisar DAC ativamente
  • Pulmonar: espirometria; VEF1 <50% = extubação difícil pós-toracotomia
  • Renal: creatinina — preditor independente de mortalidade
  • Fragilidade: Modified Frailty Index — mais preditivo que a idade

Calculadores de risco

  • STS score: cirurgia aberta
  • EuroSCORE II: cirurgia aberta
  • VQI perioperative mortality risk: TEVAR

Referência

Alsawas M, et al. Effectiveness of surgical interventions for thoracic aortic aneurysms: A systematic review and meta-analysis. J Vasc Surg. 2017;66(4):1258–1268.

Tenho aneurisma de aorta torácica e gostaria de discutir as indicações de tratamento

Dr. Maurício Yamada — Cirurgião Vascular e Endovascular em MaringáCRM-PR 21589 · Atendimento com hora marcada

Agendar pelo WhatsApp

Ou ligue: (44) 99129-7111

Perguntas Frequentes

Qual a diferença entre medir o diâmetro axial e o diâmetro perpendicular no TAA?
A medição perpendicular ao eixo central (centerline) da aorta é obrigatória para planejamento cirúrgico e para decisões terapêuticas. Em aortas tortuosas, o corte axial convencional superestima o diâmetro em 5–10 mm — podendo levar a indicações incorretas de reparo ou a erro de sizing da endoprótese. A angiotomografia com reconstrução 3D e software de centerline (3Mensio, TeraRecon) é o padrão atual.
A partir de qual diâmetro o TAA deve ser reparado em paciente sem síndrome genética?
Para aneurismas degenerativos da aorta torácica descendente: reparo eletivo quando o diâmetro máximo ≥5,5–6,0 cm em pacientes com risco cirúrgico aceitável. Em mulheres ou pacientes de baixa estatura, considerar limiar menor (≥5,0 cm ou relativo à área de superfície corporal). TAA sintomático (dor torácica ou dorsal): reparo urgente independente do diâmetro.
Pacientes com síndrome de Marfan têm limiares de reparo diferentes?
Sim. As síndromes genéticas têm limiares menores de reparo por maior risco de ruptura ou dissecção ao mesmo diâmetro: Síndrome de Marfan: ≥5,0 cm (ou ≥4,5 cm em pacientes com histórico familiar de dissecção ou crescimento rápido); Síndrome de Loeys-Dietz: ≥4,5 cm; Ehlers-Danlos vascular: evitar cirurgia aberta se possível — risco de ruptura intraoperatória de outros vasos. TEVAR pode ser preferido em vEDS como menor trauma vascular.

Quer uma segunda opinião?

Este conteúdo é voltado para profissionais de saúde. Para encaminhamento de paciente, segunda opinião ou discussão de conduta com o Dr. Maurício, entre em contato direto pelo WhatsApp.

Artigo escrito e validado pelo Dr. Maurício Hiroshi Yamada (CRM-PR 21589 | RQE: 18282). Cirurgião Vascular formado pela UEL, com residência no HSPE/SP e título de especialista pela SBACV. É referência em tratamentos minimamente invasivos (Laser, Radiofrequência e Espuma) na clínica Maringá Vasculares, no Paraná.
⚕️ Aviso médico: O conteúdo desta página tem finalidade exclusivamente educativa e informativa. Não substitui a consulta, o diagnóstico ou o tratamento por um médico especialista. Em caso de sintomas ou dúvidas, procure um profissional de saúde habilitado. Dr. Maurício Hiroshi Yamada — CRM-PR 21589.

Leia também

Tem dúvidas? Agende uma avaliação vascular

Agendar pelo WhatsApp