Dr. Mauricio Hiroshi Yamada

Excelência Técnica e Formação Sólida

Dr. Mauricio Hiroshi Yamada é referência em Cirurgia Vascular e Endovascular. Formado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), consolidou sua especialização nos maiores centros médicos de São Paulo, incluindo o Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE).

Residência em Cirurgia Vascular (IAMSPE-SP)

Título de Especialista (SBACV)

Certificação em Doppler Vascular (CBR)

Cirurgia Endovascular (CBR)

Maringá Vasculares
AVLS 2021 — L1

Classificação SVP dos Distúrbios Venosos Pélvicos — AVLS 2021 (L1)

Primeiro instrumento discriminativo internacional para PeVD — 15 especialistas, 10 sociedades. Domínios S (Sintomas), V (Varizes) e P (Fisiopatologia: Anatomia, Hemodinâmica, Etiologia) com notação SVP_A,H,E. Substitui definitivamente os termos históricos imprecisos.

Dr. Maurício Hiroshi Yamada — Cirurgião Vascular em Maringá

Escrito e revisado por Dr. Maurício Hiroshi Yamada — Cirurgião Vascular e Endovascular | CRM-PR 21589 | RQE 18281 · 18282 · 18294 · 18295

📅 20 de junho de 202615 min de leitura

Resposta direta: A Classificação SVP (Sintomas-Varizes-Fisiopatologia) é o primeiro instrumento discriminativo internacional para Distúrbios Venosos Pélvicos, desenvolvido por 15 especialistas de 10 sociedades (AVLS 2021). Substitui termos históricos imprecisos — "síndrome de congestão pélvica", "May-Thurner", "nutcracker" — pela notação SVP_A,H,E, que especifica anatomia, hemodinâmica e etiologia de cada segmento venoso comprometido. Complementar ao CEAP, não substituto.

Os termos "síndrome de congestão pélvica", "May-Thurner" e "nutcracker" descrevem síndromes históricas imprecisas que ignoram a fisiopatologia subjacente, confundem apresentações similares com etiologias distintas e inviabilizam ensaios clínicos. A American Vein & Lymphatic Society reuniu 15 especialistas de 10 sociedades internacionais para criar o primeiro instrumento discriminativo para Distúrbios Venosos Pélvicos: a Classificação SVP (Meissner MH, Khilnani NM et al., J Vasc Surg Venous Lymphat Disord 2021;9:568–584).

Infográfico: Classificação SVP dos Distúrbios Venosos Pélvicos AVLS 2021. Domínios S (Sintomas), V (Varizes), P (Fisiopatologia). Quatro zonas anatômicas. Tabelas S, V, P completas.
Classificação SVP — Domínios S, V e P. Meissner MH et al. AVLS 2021. J Vasc Surg Venous Lymphat Disord 2021;9:568–584.

O Problema: Por Que o CEAP Não Basta para a Pelve

O CEAP — publicado em 1996 e revisado em 2004 e 2020 — tornou-se o padrão internacional para a doença venosa crônica dos membros inferiores. Mas foi desenhado exclusivamente para veias abaixo do ligamento inguinal. A pelve e o abdome apresentam dinâmica vascular radicalmente mais complexa:

  • O mesmo sintoma, etiologias diferentes: dor pélvica crônica pode resultar de refluxo primário bilateral das gonadais, de compressão da veia ilíaca comum esquerda (May-Thurner), ou de compressão da veia renal esquerda com refluxo secundário para a ovariana. Cada situação exige abordagem terapêutica distinta.
  • A mesma fisiopatologia, síndromes diferentes: compressão da veia renal esquerda pode causar dor no flanco e hematúria (nutcracker com hipertensão renal não compensada) OU dor pélvica crônica com varizes pélvicas (nutcracker compensado pelo refluxo para veia ovariana).
  • Três reservatórios venosos separados: varizes podem existir no hilo renal, no plexo pélvico periuterino e nas veias extrapélvicas de origem pélvica — cada um com fisiopatologia e implicações terapêuticas próprias.
  • PeVD são primariamente sintomáticos, não sinal-dependentes: diferente do CEAP (que começa pelo sinal clínico — C), os PeVD se apresentam principalmente por sintomas (dor pélvica, dor vulvar, hematúria), tornando a classificação clínica orientada pelo sintoma mais adequada.

O grupo de trabalho da AVLS, com participantes da AVF, UIP, SIR, CIRSE, ACOG, EVF, IPPS, Korean SIR e SVS, reuniu-se em Chicago em 27 de julho de 2018. O objetivo era claro: desenvolver um instrumento discriminativo — não avaliativo — que caracterizasse o estado clínico do paciente em um momento específico, definindo grupos homogêneos com características, história natural e resposta ao tratamento semelhantes.

As 4 Zonas Anatômicas dos PeVD

Os sintomas e varizes dos PeVD ocorrem em quatro zonas anatômicas dispostas em ordem descendente, da veia cava inferior até os membros inferiores (Figura 1 do artigo):

Tabela da Classificação SVP dos Distúrbios Venosos Pélvicos — Sintomas (S), Varizes (V) e Fisiopatologia (P). AVLS 2021.
Tabela completa da Classificação SVP — Sintomas, Varizes e Fisiopatologia (Anatomia, Hemodinâmica, Etiologia). AVLS 2021.
  • Zona 1 — Veia Renal Esquerda: origem dos sintomas renais de hipertensão venosa. Compressão aorto-mesentérica (nutcracker anterior) ou retroaórtica (nutcracker posterior). Manifestações: dor no flanco, microhematúria ou macrohematúria, varicocele esquerda associada. As varizes do hilo renal (V₁) se desenvolvem por hipertensão venosa renal com colaterais ascendentes.
  • Zona 2 — Veias Gonadais e Ilíacas Internas com Plexos Pélvicos: principal origem da dor pélvica crônica (S₂) e varizes pélvicas (V₂ — veias tortuosas e dilatadas ≥5mm ao redor dos ovários e útero). Refluxo primário das gonadais ou refluxo secundário por compressão ilíaca. Comunicam-se com os plexos uterovaginal e vesical.
  • Zona 3 — Pontos de Escape Pélvicos (inguinal, obturador, pudendo, glúteo): veias extrapélvicas de origem pélvica que emergem da pelve através desses pontos. Originam varizes genitais (V₃ₐ — vulvares em mulheres, varicocele em homens) e varicosidades da coxa posteromedial, varizes ciáticas e tibiais (V₃b). Sintomas extrapélvicos incluem dor, desconforto, prurido, sangramento e tromboflebite superficial vulvar/escrotal.
  • Zona 4 — Veias Superficiais e Profundas dos Membros Inferiores: NÃO incluída no SVP. Classificada pelo CEAP. Quando há varizes de MMII com origem pélvica (V₃b), usa-se SVP + CEAP conjuntamente.

Distinção crítica: colaterais venosas dos membros inferiores com fluxo anterógrado que bypassam uma obstrução iliocaval NÃO são varizes extrapélvicas de origem pélvica (V₃b) — são manifestação de obstrução venosa e classificadas pelo CEAP. V₃b inclui apenas veias com fluxo retrógrado saindo da pelve pelos pontos de escape.

Domínio S — Sintomas (Tabela II)

O domínio S classifica os sintomas por sua origem anatômica. Pacientes com mais de um sintoma recebem múltiplos subscripts separados por vírgula (ex: S₂,₃ₐ). Sintomas genéricos de membros inferiores — como peso, edema, HASTI (heaviness, aching, swelling, throbbing, itching) — pertencem ao CEAP, não ao SVP.

CódigoDefinição
S₀Sem sintomas de PeVD (sem sintomas renais, pélvicos ou extrapélvicos de origem venosa)
S₁Sintomas renais de origem venosa (dor no flanco, hematúria micro ou macroscópica)
S₂Dor pélvica crônica de origem venosa (>6 meses)
S₃Sintomas extrapélvicos de origem venosa
S₃ₐSintomas localizados associados a veias dos genitais externos (vulva, escroto): dor, desconforto, prurido, sangramento, tromboflebite superficial
S₃bSintomas associados a varizes não-safenas de origem pélvica na coxa (posteromedial, ciático/tibial): dor, desconforto, parestesias. Sintomas generalizados de MMII = CEAP, não SVP.
S₃cClaudicação venosa (dor exertiva em coxa/perna, tipo "aperto" ou "pressão", aliviada pelo repouso e elevação)

Domínio V — Varizes (Tabela III)

O domínio V classifica os reservatórios varicosos pela sua localização anatômica. A classificação deve incluir todas as varizes identificadas ao exame físico e à imagem (DUS, TC, RM, venografia). Varizes de MMII com fluxo anterógrado (colaterais de obstrução iliocaval) não são V₃b.

CódigoDefinição
V₀Sem varizes abdominais, pélvicas ou extrapélvicas de origem pélvica ao exame clínico ou de imagem
V₁Varizes do hilo renal
V₂Varizes pélvicas (veias tortuosas e dilatadas ≥5mm ao redor dos ovários e útero)
V₃Varizes extrapélvicas de origem pélvica
V₃ₐVarizes genitais (vulvares em mulheres, varicocele em homens) e perineais
V₃bVarizes de membros inferiores de origem pélvica — visíveis na coxa posteromedial e varizes ciáticas/tibiais da tributária glútea inferior. Inclui veias reflexuantes visíveis apenas ao DUS. Exige classificação complementar pelo CEAP.

Domínio P — Fisiopatologia: Anatomia, Hemodinâmica e Etiologia (Tabelas IV, V, VI)

O domínio P é um composto de três subdomínios: Anatômico (A), Hemodinâmico (H) e Etiológico (E). A notação é: P_segmentoA,H,E. Para múltiplos segmentos, lista-se cada um separado por ponto e vírgula, da veia cava inferior em sentido caudal.

Anatomia (A) — Tabela IV

AbreviaturaVeiaLateralidade
IVCVeia Cava Inferior
LRVVeia renal esquerda (Left Renal Vein)L = esquerda / R = direita
GVVeias gonadais (ovarianas/testiculares)LGV / RGV / BGV (bilateral)
CIVVeias ilíacas comunsLCIV / RCIV / BCIV
EIVVeias ilíacas externasLEIV / REIV / BEIV
IIVVeias ilíacas internas e tributáriasLIIV / RIIV / BIIV
PELVPontos de escape pélvicos (inguinal, obturador, pudendo, glúteo)LPELV / RPELV / BPELV

Hemodinâmica (H) — Tabela V

Código HSignificado
OObstrução — trombótica ou não-trombótica (>50% de redução de área por IVUS ou >50% diâmetro por venografia multiplanar)
RRefluxo — trombótico ou não-trombótico (fluxo retrógrado espontâneo ou à Valsalva)
R,ORefluxo e Obstrução no mesmo segmento (incomum na pelve, listar ambos)

Etiologia (E) — Tabela VI

Código ESignificado
TTrombótico — refluxo ou obstrução secundária a episódio prévio de TVP
NTNão-trombótico — refluxo por degeneração da parede vascular; obstrução por compressão extrínseca arterial ou estruturas adjacentes
CCongênito — malformação vascular venosa ou mista. Quando presente e não há refluxo nem obstrução, o subdomínio H pode ser omitido.

Notação SVP — Como Ler e Escrever

A notação completa é: S[subscripts] V[subscripts] P_[segmento1],[H],[E]; [segmento2],[H],[E]

  • Múltiplos segmentos anatômicos P são listados da IVC em sentido caudal, separados por ponto e vírgula
  • A hemodinâmica (H) e a etiologia (E) seguem imediatamente após cada segmento anatômico
  • Pacientes com mais de um sintoma ou varizes em mais de um reservatório recebem múltiplos subscripts (ex: S₂,₃ₐ; V₂,₃ₐ)
  • Quando a avaliação ainda está incompleta: subscrito "x" (ex: S₀₋₃VₓPₓ)
  • Todas as designações — S, V, A, H, E — devem ser documentadas individualmente para fins de pesquisa clínica
  • Aplicativo disponível em: https://myavls.org/svp

Síndromes Históricas Traduzidas para SVP

Termo Histórico (ABANDONAR)Classificação SVP Precisa
Pelvic congestion syndrome — dor pélvica crônica por refluxo ovariano bilateralS₂V₂P_BGV,R,NT
Nutcracker syndrome — dor no flanco e hematúria por compressão da veia renal esquerdaS₁V₁P_LRV,O,NT
May-Thurner syndrome — compressão da veia ilíaca comum esquerda sem varizes extrapélvicasS₀V₀P_LCIV,O,NT + CEAP Left C₃,₅EₐA_dP_o(CIV)
Varizes vulvares por refluxo ovariano + ilíaco interno bilateralS₂,₃ₐV₂,₃ₐP_BGV,R,NT; BIIV,R,NT; BPELV,R,NT
Varicocele masculina por refluxo da veia gonadal esquerdaS₃ₐV₃ₐP_LGV,R,NT

Por Que o SVP é um Instrumento Discriminativo, Não Avaliativo

O SVP não mede gravidade nem monitora evolução temporal — esse é o papel dos instrumentos avaliativos (como o VCSS para a DVC dos MMII). O SVP classifica o estado clínico atual do paciente em um momento específico. Isso tem implicação direta na prática: um paciente com S₂V₂P_BGV,R,NT não é automaticamente mais ou menos grave que S₂V₀P_LCIV,O,NT — são grupos clínicos distintos com fisiopatologias e respostas ao tratamento diferentes, não um ranking de severidade.

Perguntas Frequentes

O que é a Classificação SVP e por que os termos históricos como "síndrome de congestão pélvica" devem ser abandonados?
A Classificação SVP (Symptoms-Varices-Pathophysiology) é o primeiro instrumento discriminativo internacional para Distúrbios Venosos Pélvicos (PeVD), desenvolvido pela American Vein & Lymphatic Society (AVLS) com 15 especialistas de 10 sociedades internacionais, publicado em J Vasc Surg Venous Lymphat Disord 2021;9:568-584. Instrumentos discriminativos caracterizam o estado do paciente em um momento específico, diferenciando grupos com características clínicas similares — como o CEAP faz para a doença venosa crônica dos membros inferiores. Os termos históricos ("May-Thurner syndrome", "nutcracker syndrome", "pelvic congestion syndrome") são imprecisos porque: (1) ignoram a fisiopatologia subjacente; (2) confundem apresentações clínicas similares com etiologias diferentes; (3) a mesma síndrome histórica pode ter fisiopatologias distintas — por exemplo, "pelvic congestion syndrome" pode resultar de refluxo bilateral das gonadais (S₂V₂P_BGV,R,NT) ou de compressão ilíaca com refluxo ilíaco interno (S₂V₂P_LCIV,O,NT; LIIV,R,NT); (4) inviabilizam ensaios clínicos comparáveis por não definir populações homogêneas. O SVP foi desenhado para ser complementar ao CEAP — não substitui o CEAP para a doença venosa dos membros inferiores, mas o complementa para sintomas e varizes de origem pélvica.
Quais são as 4 zonas anatômicas dos Distúrbios Venosos Pélvicos e o que cada uma representa clinicamente?
Os sintomas e varizes dos PeVD ocorrem em 4 zonas anatômicas dispostas da veia cava inferior até os membros inferiores (Figura 1 do artigo). ZONA 1 — Veia renal esquerda: origem dos sintomas renais (S₁) — dor no flanco, hematúria microsc ou macroscópica — por obstrução da veia renal esquerda (compressão aorto-mesentérica no nutcracker anterior, ou retroaórtica no nutcracker posterior). Varizes do hilo renal (V₁) se desenvolvem por hipertensão venosa renal. ZONA 2 — Veias gonadais (ovarianas/testiculares) e ilíacas internas com plexos pélvicos: origem da dor pélvica crônica (S₂) e varizes pélvicas (V₂ ≥5mm periuterinas). Refluxo primário das gonadais ou refluxo secundário por compressão ilíaca. ZONA 3 — Pontos de escape pélvicos (inguinal, obturador, pudendo, glúteo): origem dos sintomas extrapélvicos (S₃a,b,c). Varizes extrapélvicas de origem pélvica incluem vulvares e escrotais (V₃a) e varicosidades da coxa posteromedial ou varizes ciáticas/tibiais (V₃b). ZONA 4 — Veias superficiais e profundas dos membros inferiores: NÃO incluída no SVP. Classificada pelo CEAP. As três primeiras zonas compõem o instrumento SVP; a quarta zona é complementar via CEAP.
Como interpretar a notação SVP de um paciente com varizes vulvares e dor pélvica crônica?
A notação SVP tem o formato: S (Sintomas) + V (Varizes) + P_segmento,hemodinâmica,etiologia. Para múltiplos segmentos, cada um é separado por ponto e vírgula. Exemplo clínico da Figura 7 do artigo (Meissner et al. 2021): Paciente com varizes vulvares sintomáticas e dor pélvica crônica por refluxo ovariano bilateral e ilíaco interno bilateral, sem obstrução venosa ilíaca. Classificação SVP: S₂,₃ₐV₂,₃ₐP_BGV,R,NT; BIIV,R,NT; BPELV,R,NT. Interpretação: S₂ = dor pélvica crônica de origem venosa (>6 meses); S₃ₐ = sintomas localizados nos genitais externos (dor, desconforto, prurido, sangramento, tromboflebite superficial vulvar); V₂ = varizes pélvicas (≥5mm ao redor dos ovários e útero); V₃ₐ = varizes genitais (vulvares); P_BGV,R,NT = refluxo bilateral das veias gonadais (B=bilateral, GV=gonadal vein, R=refluxo, NT=não-trombótico); P_BIIV,R,NT = refluxo bilateral das veias ilíacas internas e tributárias; P_BPELV,R,NT = refluxo pelos pontos de escape pélvicos bilaterais. Quando a avaliação ainda está incompleta, usa-se o subscrito "x" — por exemplo S₀₋₃VₓPₓ. A classificação completa só é possível após todos os exames de imagem: DUS transabdominal, transvaginal, transperineal e venografia seletiva quando indicada.

Quer uma segunda opinião?

Este conteúdo é voltado para profissionais de saúde. Para encaminhamento de paciente, segunda opinião ou discussão de conduta com o Dr. Maurício, entre em contato direto pelo WhatsApp.

Artigo escrito e validado pelo Dr. Maurício Hiroshi Yamada (CRM-PR 21589 | RQE: 18282). Cirurgião Vascular formado pela UEL, com residência no HSPE/SP e título de especialista pela SBACV. É referência em tratamentos minimamente invasivos (Laser, Radiofrequência e Espuma) na clínica Maringá Vasculares, no Paraná.
⚕️ Aviso médico: O conteúdo desta página tem finalidade exclusivamente educativa e informativa. Não substitui a consulta, o diagnóstico ou o tratamento por um médico especialista. Em caso de sintomas ou dúvidas, procure um profissional de saúde habilitado. Dr. Maurício Hiroshi Yamada — CRM-PR 21589.

Leia também

Tem dúvidas? Agende uma avaliação vascular

Agendar pelo WhatsApp