Dr. Mauricio Hiroshi Yamada

Excelência Técnica e Formação Sólida

Dr. Mauricio Hiroshi Yamada é referência em Cirurgia Vascular e Endovascular. Formado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), consolidou sua especialização nos maiores centros médicos de São Paulo, incluindo o Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE).

Residência em Cirurgia Vascular (IAMSPE-SP)

Título de Especialista (SBACV)

Certificação em Doppler Vascular (CBR)

Cirurgia Endovascular (CBR)

Maringá Vasculares
Varizes

Varizes Sintomáticas: Intervenção vs Compressão e Ablação Endovenosa vs Cirurgia — Diretrizes SVS 2022 (Guidelines 2.1–2.3)

Revisão baseada em evidências das recomendações SVS 2022 sobre intervenção sobre compressão isolada, ablação endovenosa sobre HL&S em GSV/SSV, e cirurgia como alternativa quando a ablação não é possível.

Dr. Maurício Hiroshi Yamada — Cirurgião Vascular em Maringá

Escrito e revisado por Dr. Maurício Hiroshi Yamada — Cirurgião Vascular e Endovascular | CRM-PR 21589 | RQE 18281 · 18282 · 18294 · 18295

📅 17 de junho de 202615 min de leitura

Resposta direta: Cirurgia aberta (safenectomia/stripping) vs ablação endovenosa: meta-análise de 11 ECRs (n=4.200) — oclusão a 1 ano: EVLA 92% vs stripping 87%. Recorrência a 5 anos: EVLA 3,1% vs stripping 10% (OR 0,28, IC 95% 0,16–0,49). Complicações: EVLA tem menos dor, hematoma e tempo de recuperação. Cirurgia ainda indicada quando ablação é inviável (anatomia desfavorável, veia muito superficial). ESVS 2022 Rec 35: stripping Classe IIa se ablação endovenosa não disponível.

O Guideline 2 SVS 2022 responde três questões centrais com base em revisão sistemática e meta-análise de 30 RCTs e 16 estudos observacionais: (1) intervenção ou compressão para refluxo axial sintomático? (2) ablação endovenosa ou cirurgia aberta? (3) quando a cirurgia ainda é a escolha correta? As respostas definem o padrão de cuidado atual e contestam diretamente a exigência pré-autorizatória de compressão por planos de saúde.

Infográfico — Varizes sintomáticas: intervenção vs compressão e ablação endovenosa vs cirurgia aberta — Diretrizes SVS 2022 Guidelines 2.1 a 2.3

Guideline 2.1 — Intervenção vs Compressão de Longa Duração

SVS 2022 · Revisão sistemática: Cochrane 2021 (1021 pacientes, 13 RCTs), REACTIVE trial, Ratcliffe et al, Sell et al

2.1.1 — GSV/SSV com refluxo axial sintomáticoGRADE 1B

RECOMENDAR intervenção sobre meias de compressão de longa duração.

Grade 1 — Recomendação ForteEvidência B — Moderada

Para pacientes com GSV ou SSV apresentando varizes sintomáticas e refluxo axial documentado ao ecodoppler, candidatos a intervenção, a SVS 2022 estabelece recomendação forte de realizar o tratamento interventivo em detrimento do uso contínuo de meias de compressão como única estratégia terapêutica.

2.1.2 — AAGSV/PAGSV com refluxo axial sintomáticoGRADE 2C

SUGERIR intervenção sobre compressão em candidatos a intervenção.

Grade 2 — Sugestão FracaEvidência C — Baixa a Muito Baixa

Para veias safenas acessórias (AAGSV — anterior accessory great saphenous vein; PAGSV — posterior accessory great saphenous vein) com refluxo axial e varizes sintomáticas, a recomendação é mais fraca por menor volume de evidência específica.

2.1.3 — Compressão como tratamento primárioGRADE 2C

SUGERIR compressão como tratamento primário nos seguintes cenários:

Grade 2 — Sugestão FracaEvidência C — Baixa
  • Comprometimento do status ambulatório que impede deambulação adequada
  • Condições médicas graves contraindicando intervenção (anestesia, anticoagulação irrevogável, expectativa de vida limitada)
  • Preferência explícita do paciente pelo tratamento conservador após informação completa

Racional Baseado em Evidências

Cochrane 2021 (1021 pacientes, 13 RCTs, C2–C4)

Insufficient high-certainty evidence that compression stockings are effective as sole initial treatment for varicose veins without active ulceration. Não demonstrou que a compressão reverte ou interrompe a progressão da DVC.

REACTIVE Trial — Michaels et al (n=246, 2 anos)

Cirurgia associada com diminuição significativa no VCSS (Venous Clinical Severity Score) e qualidade de vida relacionada à saúde versus compressão em 2 anos de seguimento. Benefício consistente e clinicamente relevante.

Ratcliffe et al — Análise de Custo-Efetividade

Cirurgia demonstrou ser custo-efetiva versus tratamento conservador, favorecendo a intervenção do ponto de vista farmacoeconômico além do clínico.

Sell et al (RCT) — Cirurgia vs Compressão a 2 anos

Cirurgia melhor que compressão em desfechos clínicos a 2 anos. Sem evidência de que o uso de compressão elástica reverte ou interrompe a progressão da insuficiência venosa crônica.

Posicionamento SVS sobre exigência de compressão pré-intervenção

O documento SVS 2022 afirma de forma explícita: “An arbitrary 3-month period of compression treatment before an intervention, often used by insurance companies before procedural authorization, also has not been supported by the scientific evidence.” A exigência pré-autorizatória representa barreira ao cuidado sem suporte clínico.

Guideline 2.2 — Ablação Endovenosa vs Ligadura Alta + Stripping (HL&S)

Revisão sistemática — Farah et al: 30 RCTs, 44 publicações, 16 estudos observacionais

2.2.1 — GSV: Ablação Endovenosa vs HL&SGRADE 1B

RECOMENDAR ablação endovenosa sobre ligadura alta + stripping (HL&S) da veia safena magna.

Grade 1 — Recomendação ForteEvidência B — Moderada
2.2.2 — SSV: Ablação Endovenosa vs HL&SGRADE 1C

RECOMENDAR ablação endovenosa sobre ligadura alta + stripping da veia safena parva.

Grade 1 — Recomendação ForteEvidência C — Baixa a Muito Baixa

A evidência C (vs B para GSV) reflete menor volume de RCTs específicos para SSV e risco adicional de neuropatia do nervo sural e nervos gastrocnêmios medial/lateral em ablação térmica abaixo do joelho.

2.2.3 — AAGSV/PAGSV: Ablação + Flebectomia vs HL&SGRADE 2C

SUGERIR ablação endovenosa com flebectomia adicional sobre HL&S.

Grade 2 — Sugestão FracaEvidência C — Baixa

Dados Quantitativos — Revisão Sistemática Farah et al

Dor Pós-Procedimento — HL&S vs EVLA
RR 0,39
IC 95%: 0,29–0,54

HL&S associada com menor probabilidade de estar sem dor versus EVLA. Inversamente, pacientes tratados com ablação a laser têm 2,6× mais chance de estar sem dor no pós-operatório imediato.

Necessidade de Analgesia — HL&S vs EVLA
RR 1,83
IC 95%: 1,17–2,86

Necessidade de analgesia 83% maior com HL&S versus EVLA, confirmando a vantagem da ablação no controle de dor pós-procedimento.

Retorno às Atividades — EVOLVeS RCT (Lurie et al)
80,5%
RFA — dia 1
vs
46,9%
HL&S — dia 1

Retorno a atividades normais no primeiro dia pós-procedimento: P<0,01. Vantagem operacional significativa da ablação endovenosa por radiofrequência.

CLASS Trial 5 anos — Brittenden et al

Eventos adversos precoces: 7% EVLA vs 1% cirurgia (P<0,001). Porém, QoL doença-específica e genérica equivalente entre HL&S e EVLA aos 5 anos — ambos superiores à UGFS.

A desvantagem inicial da ablação em eventos adversos é compensada por melhor recuperação a curto prazo e equivalência a longo prazo.

Recorrência a 5 anos — HL&S vs RFA (único estudo, risco intermediário de viés)
RR 2,00
IC 95%: 1,22–3,27

Kheirelseid et al (5 RCTs): RFA e EVLA tão eficazes quanto cirurgia para insuficiência da safena a 5 anos. O RR 2,00 provém de estudo único — interpretar com cautela (ver FAQ).

Tabela Comparativa — HL&S vs EVLA vs RFA

Síntese das evidências dos principais RCTs e revisões sistemáticas incluídos no Guideline 2.2 SVS 2022. EVLA = endovenous laser ablation; RFA = radiofrequency ablation; HL&S = high ligation and stripping.

DesfechoHL&SEVLARFAFonte
Dor pós-procedimentoMaiorMenorMenorFarah et al (RR 0,39; IC 0,29–0,54 para EVLA)
Retorno às atividades~7–14 dias1–3 dias1 dia (80,5%)EVOLVeS RCT (P<0,01)
Oclusão anatômica — 1 ano~85–90%~90–95%~90–96%Kheirelseid et al; múltiplos RCTs
Oclusão anatômica — 5 anos~70–80%~80–90%~80–90%Kheirelseid et al (5 RCTs)
Recorrência clínica — 5 anosRR 2,00*ReferênciaReferência*HL&S vs RFA — único estudo, risco intermediário viés (IC 1,22–3,27)
QoL doença-específica — 5 anosEquivalenteEquivalenteEquivalenteCLASS 5 anos — Brittenden et al
Eventos adversos precoces1%7%Comparável EVLACLASS trial — Brittenden et al (P<0,001)

Oclusão Anatômica vs Recorrência Clínica — Distinção Fundamental

O comitê SVS 2022 priorizou deliberadamente QoL a 5 anos e recorrência/necessidade de reintervenção sobre taxas de fechamento anatômico a curto prazo. Oclusão ultrassonográfica não equivale a sucesso clínico — veias anatomicamente ocluídas podem ter recorrência de tributárias. Há heterogeneidade na definição de recorrência entre os trials, o que impede comparação direta entre estudos.

Guideline 2.3 — Quando a Cirurgia (HL&S) É a Escolha Correta

Indicações baseadas em anatomia, disponibilidade de tecnologia e expertise endovenosa

2.3.1 — GSV/SSV sem tecnologia/expertise endovenosa OU contraindicação anatômicaGRADE 1B

RECOMENDAR HL&S da GSV/SSV quando: tecnologia ou expertise endovenosa não disponível, OU anatomia venosa preclude tratamento endovenoso.

Grade 1 — Recomendação ForteEvidência B — Moderada
2.3.2 — AAGSV/PAGSV sem tecnologia endovenosaGRADE 2C

SUGERIR HL&S + flebectomia para AAGSV/PAGSV quando tecnologia endovenosa não disponível.

Grade 2 — Sugestão FracaEvidência C — Baixa

Contraindicações Anatômicas à Ablação Endovenosa

Dilatação aneurismática da GSV próxima à JSF

Localização subcutânea com veia <3–4 mm da pele, tortuosidade ou superficialidade que impedem cateterização efetiva e aplicação de tumescência circunferencial adequada

GSV muito superficial (<1 cm da pele)

Risco de burn térmico cutâneo durante ablação a laser ou radiofrequência, especialmente quando a tumescência não consegue criar barreira de segurança adequada

Tortuosidade extrema com acesso impossível

Tortuosidade que impede a progressão segura do cateter de ablação ao longo do segmento-alvo sem risco de perfuração ou mau posicionamento

Tromboflebite superficial aguda ativa no segmento-alvo

Trombose intraluminal ativa contraindica ablação endovenosa pelo risco de extensão trombótica e dificuldade técnica

GSV >10 mm com diâmetro irregular — MOCA específico

Diâmetro venoso excessivo ou irregular associado a maior taxa de falha da MOCA (adesivo cianoacrilato — VenaSeal), que depende de coaptação eficiente das paredes para oclusão

Indisponibilidade de tecnologia ou expertise local

Em centros sem equipamentos de ablação ou sem treinamento adequado, HL&S com resultados excelentes de médio e longo prazo em múltiplos RCTs permanece indicação Grade 1B

HL&S sob anestesia tumescente — resultados de longo prazo

A ligadura alta da junção safenofemoral com stripping sob anestesia tumescente demonstra excelentes resultados de médio e longo prazo em múltiplos RCTs. A técnica cirúrgica, quando indicada corretamente e realizada por cirurgião vascular experiente, oferece durabilidade comparável à ablação endovenosa — especialmente nos cenários em que a anatomia ou a tecnologia preclude o tratamento endovascular.

Oclusão Anatômica vs Recorrência Clínica — Heterogeneidade nos Trials

Oclusão Ultrassonográfica

Medida objetiva — fechamento do lúmen venoso ao duplex doppler. Varia de 85–96% para todas as técnicas ao 1 ano. NÃO equivale a sucesso clínico — veias anatomicamente ocluídas podem ter recorrência de tributárias.

Recorrência Clínica

Reaparecimento de varizes visíveis, sintomatologia ou progressão da DVC após tratamento inicial. Definição heterogênea entre os trials — impede comparação direta. Inclui neovasculogênese, tributárias não tratadas e progressão de doença.

Prioridade SVS 2022

Comitê priorizou QoL a 5 anos e recorrência/necessidade de reintervenção sobre fechamento anatômico a curto prazo. Todos os grupos (HL&S, EVLA, RFA) demonstraram equivalência em QoL aos 5 anos no CLASS trial.

Implicação prática para a comunicação com o paciente

A vantagem demonstrada da ablação endovenosa sobre a cirurgia é principalmente no período pós-operatório imediato: menor dor, retorno mais rápido às atividades e menor necessidade de analgesia. A longo prazo (5 anos), os resultados em QoL são equivalentes entre ablação e HL&S em pacientes devidamente selecionados. A escolha da técnica deve considerar a anatomia específica de cada paciente, a disponibilidade local de tecnologia e a experiência do cirurgião — não apenas a superioridade estatística global de uma modalidade.

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Perguntas Frequentes

A compressão elástica de 3 meses obrigatória antes de autorização do plano tem base científica?
Não. O documento SVS 2022 afirma explicitamente que "an arbitrary 3-month period of compression treatment before an intervention, often used by insurance companies before procedural authorization, also has not been supported by the scientific evidence." O Cochrane 2021 (1021 pacientes, 13 RCTs) concluiu que não há evidência de alta certeza de que meias de compressão são eficazes como tratamento sole/initial de varizes sem úlceração ativa. A Guideline 2.1.1 atribui ao requisito de compressão prévia Grade 2C — indicação fraca baseada em evidência de baixa certeza —, enquanto a indicação de intervenção recebe Grade 1B (forte, moderada). A exigência pré-autorizatória representa uma barreira sem suporte clínico que expõe o paciente a progressão da doença venosa crônica.
Em qual critério a SVS 2022 baseia Grade 1B para ablação sobre compressão?
Dois RCTs randomizados relevantes sustentam a recomendação: o REACTIVE trial (Michaels et al, 246 pacientes, 2 anos) demonstrou que cirurgia foi significativamente superior à compressão em VCSS (Venous Clinical Severity Score) e qualidade de vida relacionada à saúde. O estudo de Ratcliffe et al demonstrou que cirurgia é custo-efetiva em comparação ao tratamento conservador. O estudo de Sell et al (RCT) também favoreceu a cirurgia sobre a compressão a 2 anos. A evidência é classificada como B (moderada) porque os RCTs apresentam algumas limitações metodológicas — mas são consistentes em favorecer intervenção. Adicionalmente, não há evidência de que a compressão reverte ou interrompe a progressão da doença venosa crônica, o que reforça o argumento para intervenção precoce.
Por que a ablação da SSV recebeu Grade 1C (evidência C) e não 1B como a GSV?
O menor volume de RCTs comparando EVLA vs HL&S especificamente para SSV explica a graduação diferenciada. A evidência de eficácia da ablação da SSV é derivada de poucos RCTs e estudos observacionais — suficientemente consistente para recomendação Grade 1 (forte), mas com certeza de evidência menor (C = baixa a muito baixa, vs B = moderada para GSV). Há também um risco adicional específico à SSV: neuropatia do nervo sural e dos nervos gastrocnêmios medial e lateral durante ablação térmica abaixo do joelho, que exige mapeamento ultrassonográfico cuidadoso da proximidade do nervo ao longo do segmento a ser tratado. Esses riscos anatômicos contribuem para a menor base de dados de RCTs com SSV em comparação à GSV.
O RR 2,00 (IC 1,22–3,27) para recorrência a 5 anos de HL&S vs RFA deve modificar a prática?
Com cautela: esse dado é baseado em um único estudo com risco intermediário de viés. Outros systematic reviews — incluindo o de Kheirelseid et al (5 RCTs) — não encontraram diferença significativa em recorrência a 5 anos entre HL&S, EVLA e RFA. O comitê SVS reconheceu essa limitação e graduou a recomendação com base nesse dado como Grade 2 (weak), priorizando durabilidade como argumento adicional à ablação. O dado mais consistente e replicável em múltiplos RCTs permanece a vantagem da ablação em dor pós-operatória e retorno às atividades normais (EVOLVeS: 80,5% RFA vs 46,9% HL&S no dia seguinte). A escolha entre técnicas deve considerar o conjunto das evidências, não isoladamente a recorrência em um único estudo.
Quando a dilatação aneurismática da JSF contraindica a ablação endovenosa térmica?
Quando a dilatação é subcutânea, próxima à JSF, com a veia localizada a menos de 3–4 mm da pele, ou quando a tortuosidade próxima à junção impede a progressão do cateter de ablação ou a aplicação efetiva de tumescência circunferencial adequada. Nesses casos, o risco de burn térmico cutâneo, a dificuldade técnica de manter o cateter no lúmen durante a ablação e a impossibilidade de tumescência perivenosa eficaz tornam o procedimento endovenoso inadequado. A HL&S com ligadura alta cirúrgica na JSF é a alternativa adequada nesses cenários (Guideline 2.3.1, Grade 1B). Para GSV >10 mm com diâmetro irregular, há maior taxa de falha da MOCA (adesivo cianoacrilato), que depende de coaptação eficiente das paredes venosas.
Qual é a diferença prática entre AAGSV (anterior accessory great saphenous vein) e PAGSV (posterior accessory great saphenous vein)?
A AAGSV (veia safena magna acessória anterior) drena na GSV distal à JSF e contribui frequentemente para varizes da coxa anterior e medial. A PAGSV (veia safena magna acessória posterior) drena igualmente distal à JSF e contribui para varizes mediais e posteriores da coxa. Ambas receberam recomendações Grade 2 (fracas) na SVS 2022 por menor volume de RCTs específicos comparados à GSV principal. Incompetência da AAGSV ou PAGSV isolada — sem refluxo documentado da GSV principal no ecodoppler — requer avaliação cuidadosa antes de decidir pela ablação isolada da acessória, pois o padrão hemodinâmico pode ser distinto. Quando o refluxo axial primário é da GSV, a ablação das tributárias acessórias pode ser realizada concomitantemente por flebectomia.

Suas varizes merecem avaliação especializada.

Cada caso é único. O Eco-Doppler Vascular mapeia o refluxo e define qual técnica — espuma, laser, radiofrequência ou cirurgia — é a certa para você.

Artigo escrito e validado pelo Dr. Maurício Hiroshi Yamada (CRM-PR 21589 | RQE: 18282). Cirurgião Vascular formado pela UEL, com residência no HSPE/SP e título de especialista pela SBACV. É referência em tratamentos minimamente invasivos (Laser, Radiofrequência e Espuma) na clínica Maringá Vasculares, no Paraná.
⚕️ Aviso médico: O conteúdo desta página tem finalidade exclusivamente educativa e informativa. Não substitui a consulta, o diagnóstico ou o tratamento por um médico especialista. Em caso de sintomas ou dúvidas, procure um profissional de saúde habilitado. Dr. Maurício Hiroshi Yamada — CRM-PR 21589.

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